Postagens diárias(não mais); Sem atualizar a 9 anos(saudades). O seu comentário é sempre bem vindo!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Fotos de OVNIS incontestáveis até hoje.

 Enquanto eu não atualizo o blog fiquem com as fotos do famoso caso Trindade.


FOTOS DE ALMIRO BARAÚNA - CASO TRINDADE - 1958





































FOTO DE PAUL TRENT - OREGON - EUA - 1950

FOTO DE REX HEFLIN - EUA 1965

LAGO DE COTE - COSTA RICA - 1971

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Kevin McCracken filmou várias aeronaves suspeitas com IR

Por Kevin McCracken

Estava sozinho quando fiz este vídeo. Minha esposa estava em casa.

De minhas próprias observações em noites anteriores não pude ver essas naves sem o IR (infravermelho).

No último vídeo a nave estava dentro das nuvens e perdi-los. Então quando ouvi o avião a jato resolvi filmá-lo para fazer uma comparação.

Algumas semanas atrás usei o âmbito do IR e vi três esquadrões com cerca de cinco naves similares na mesma posição às 22h: 00min desta última sexta à noite.

Cerca de 5 minutos depois, uma nave triangular enorme semelhante a um TR3-B acompanhando o esquadrão. Os três esquadrões de pequenas naves viajavam pelo menos dez vezes mais que a velocidade dos aviões de combate convencionais em altitude semelhante ao vídeo mais recente. Minha esposa foi comigo para o evento. Ela não conseguia ver nenhum deles com a ajuda do IR.

Em seguida, encontrei uma nave enorme com o IR que viajou lentamente em zig-zag para o oeste a uma altitude estimada de 100 quilômetros. Ela era capaz de ser vista quando usava alguns recursos da câmera.

Vejam o vídeo e tirem suas conclusões:

A menina da catacumba assombrada da Itália

girl ghost at catacoombs in italy

Menina fantasma na catacumba da Itália com Ghost Hunters e Paul O'Grady como convidado especial.
Esse fantasma não visto pelos integrantes do
Ghost Hunters.

Neutrino camaleão abre caminho para uma nova física

O gigantesco detector Opera, formado por 150.000 pequenos "tijolos" de uma emulsão nuclear, separados por folhas de chumbo. Dispostos em paredes paralelas, são esses tijolos que detectam os neutrinos. [Imagem: Opera]

Cientistas do experimento Opera, localizado no laboratório Gran Sasso, na Itália, fizeram a primeira observação direta de uma partícula tau em um feixe de neutrinos do múon - isto significa que a partícula "oscilou", isto é, mudou de um tipo para outro.

Encontrar o tau do múon representa ter achado a peça que faltava em um quebra-cabeças que tem desafiado a ciência desde 1960.

O feixe de neutrinos foi enviado através da terra do CERN, onde está situado também o LHC, a 730 km de distância do detector.

Neutrinos

Neutrinos são partículas subatômicas com uma massa tão pequena que um deles é capaz de atravessar um cubo de chumbo sólido, com 1 ano-luz de aresta, sem se chocar com a matéria. Calcula-se que 50 trilhões de neutrinos atravessam o nosso corpo diariamente.

Existem três tipos de neutrinos: neutrino do elétron, neutrino do múon e neutrino do tau.

O quebra-cabeças dos neutrinos começou com uma experiência pioneira, realizada na década de 1960, que acabou rendendo o Prêmio Nobel de Física a Ray Davies.

Davies observou que os neutrinos vindos do Sol chegavam à Terra em um número muito menor do que os modelos teóricos previam: ele concluiu que, ou os modelos solares estavam errados ou algo estava acontecendo com os neutrinos em seu caminho.

Oscilação dos neutrinos

Uma possível solução para o enigma foi dada em 1969 por Bruno Pontecorvo e Vladimir Gribov, que sugeriram que mudanças oscilatórias, que eles chamaram de "mudanças camaleônicas", poderiam fazer com que os neutrinos transmutassem de um tipo para outro. Seria por isso que os neutrinos esperados não eram detectados em número suficiente.

Desde então, diversos experimentos observaram o desaparecimento dos neutrinos do múon, confirmando a hipótese da oscilação, mas até agora nunca havia sido observado o aparecimento de um neutrino do tau a partir de um feixe puro de neutrinos do múon.

Agora, pela primeira vez, os cientistas capturaram o neutrino camaleão conforme ele mudou de um neutrino do múon para um neutrino do tau.

"Estamos confiantes de que este primeiro evento será seguido de outros, que irão demonstrar plenamente a oscilação dos neutrinos," disse Antonio Ereditato, da colaboração Opera.

Paciência de físico

O achado é resultado de sete anos de construção do detector Opera, e mais três anos de disparos de um feixe de neutrinos, fornecido pelo CERN.

Durante esse tempo, bilhões de bilhões de neutrinos do múon foram enviados do CERN até Gran Sasso, em uma viagem que dura apenas 2,4 milissegundos.

A raridade da oscilação dos neutrinos, juntamente com o fato de que os neutrinos interagem muito fracamente com a matéria, torna este um tipo de experimento muito delicado e muito difícil de fazer.

O feixe de neutrinos do CERN foi ligado pela primeira vez em 2006, e desde então os pesquisadores do OPERA estão peneirando cuidadosamente seus dados para encontrar sinais do aparecimento de partículas de tau, um sinal de que um neutrino do múon teria oscilado em um neutrino do tau.

Paciência parece ser um pré-requisito fundamental na pesquisa da física de partículas.

Nova Física

Mas o que é mais importante é o que está por vir.

Embora feche um capítulo na compreensão da natureza dos neutrinos, a observação das oscilações dessas partículas, transmutando-se de um tipo em outro, é uma forte evidência de uma física totalmente nova.

A questão é que, na teoria que os físicos usam para explicar o comportamento das partículas fundamentais, conhecida como o Modelo Padrão, os neutrinos não têm massa.

Contudo, para que eles sejam capazes de oscilar eles devem ter massa - logo, algo deve estar faltando no Modelo Padrão.

Apesar de seu enorme sucesso em descrever as partículas que compõem o Universo visível, e as interações entre essas partículas, há muito tempo os físicos sabem que o Modelo Padrão não explica tudo.

Uma das possibilidades levantadas para essa nova física é a existência de outros tipos de neutrinos, ainda não detectados experimentalmente.

A grande expectativa é que essas partículas subatômicas ainda desconhecidas possam ajudar a lançar alguma luz sobre a Matéria Escura, um tipo desconhecido de matéria que compõe um quarto da massa do Universo.

Outra sinalização dessa nova física foi dada há poucos dias pela descoberta de uma assimetria entre a matéria e a antimatéria.

Fonte: Inovação Tecnológica

Robôs de andar elegante e eficiente estão a caminho

Engenheiros da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos,fizeram um avanço fundamental em robótica, em um trabalho que poderá fazer com que os robôs humanoides possam andar e correr de forma mais parecida com o ser humano.

Além disso, o aprimoramento da técnica de movimento resultante do trabalho permitirá que os robôs gastem menos energia para andar e correr.

Dinâmica robótica

"Os pesquisadores vêm trabalhando há muito tempo na locomoção dos robôs baseando-se principalmente na experimentação e na intuição," explica Jonathan Hurst, coordenador da pesquisa.

"O que nós fizemos agora foi dar um passo atrás para analisar a dinâmica fundamental do sistema mecânico robótico, [para descobrir] qual comportamento é realmente possível para um dado sistema robótico. Esse é um avanço importante e nos dá fundamentos para dizer o que de fato irá funcionar antes de tentar construir o sistema," diz Hurst.

Pedras não voam

Já existem robôs capazes de andar e correr, mas eles tendem a ser rígidos demais para serem eficientes em qualquer terreno. O pior de tudo é que mesmo o mais básico modo de andar robótico consome energia demais.

Não é para menos: copiar o andar de um humano ou de um animal não é uma tarefa fácil. Usando uma quantidade limitada de energia, os seres biológicos usam um conjunto impressionante de tendões e músculos para se adaptar rapidamente a qualquer terreno, alcançando um equilíbrio que não é nada menos do que fascinante para os olhos de qualquer roboticista.

Nos robôs, a maior parte do problema é tratado pelo programa de computador que o controla, que lê o resultado dos sensores e aciona os motores correspondentes para compensar qualquer tendência ao desequilíbrio.

"Mas uma pedra não voa, por melhor melhor que seja seu software", diz Hurst, justificando o fato de terem retornado para a parte mecânica do projeto das pernas robóticas.

Locomoção de robôs

"Se a locomoção robótica quer mesmo alcançar aquilo que almejamos, ela terá de usar menos energia," disse Hurst. "Existem máquinas que podem andar sem nenhum controle ativo, mal usando energia, mas elas caem ao se deparar com a menor irregularidade no terreno."

Com seu novo aparato, mais baseado em um avestruz do que em um humano, o objetivo dos pesquisadores é juntar as duas coisas, explorando ao máximo a capacidade passiva, e usando motores ou controles ativos somente se for estritamente necessário.

Na parte passiva, os pesquisadores planejam usar o avanço alcançado por eles próprios em 2008, quando demonstraram que as molas podem dar aos robôs o gingado característico do andar do ser humano, usando um mínimo de energia

W Prize

A equipe agora pretende começar a construir seus avestruzes robóticos para competir do W Prize, uma competição internacional que está oferecendo US$200.000,00 para o primeiro robô que conseguir andar 10 km em 10.000 segundos, em uma pista com obstáculos, e usando menos energia do que um ser humano gastaria para fazer o mesmo percurso.

Fonte: Inovação Tecnológica

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Material fotorreversível põe 500 Blu-ray em um único disco

Um grupo de químicos japoneses criou o primeiro material capaz de sofrer uma transição fotorreversível de metal para semicondutor.

Segundo eles, a descoberta terá aplicação direta no armazenamento óptico de dados em ultra-alta densidade, com discos capazes de conter até 500 vezes a densidade de um disco Blu-ray.

Alterar a matéria com luz

Nos últimos anos tem havido um interesse crescente na busca de formas de alterar as propriedades físicas da matéria.

A temperatura e a pressão podem transformar materiais, digamos, de isolantes para condutores ou de não-magnéticos para magnéticos - mas os dois parâmetros são de difícil controle no interior de complexos dispositivos de memória em nanoescala.

Em vista disso, os pesquisadores começaram a procurar por formas de alterar a matéria usando luz - as chamadas transições de fase fotoinduzidas - cujo "estímulo" para a alteração da matéria é dado por um laser.

Recentemente, o laser foi usado para criar magnetismo artificial, para permitir que físicos enxergassem através de materiais opacos, para retorcer estruturas rígidas e até para criar um fenômeno quântico conhecido como transparência induzida por luz.

Transição fotoinduzida

Agora, Shin-ichi Ohkoshi e seus colegas da Universidade de Tóquio produziram o que pode ser a transição fotoinduzida - a passagem de um material de uma fase para outra pela ação da luz - mais prática e mais útil já demonstrada.

Segundo os pesquisadores, a transição de metal para semicondutor satisfaz os três requisitos principais para o armazenamento óptico de dados:

  1. ela funciona a temperatura ambiente;
  2. o estímulo é dado por luz na faixa do ultravioleta - o que é essencial para as memórias de alta densidade;
  3. e a luz necessária para gravar os dados na memória é de baixa potência.

Cristais de titânio

Os pesquisadores usaram um material baseado em nanocristais de pentóxido de titânio (Ti3O5), que eles criaram sinterizando o óxido de titântio (TiO2) com hidrogênio.

Os nanocristais de Ti3O5 estão normalmente em um estado de mínima energia, conhecido como "lambda", no qual o material é um condutor metálico.

No entanto, a irradiação dos nanocristais com luz ultravioleta faz com que eles saltem para um outro nível mínimo de energia, o estado "beta", no qual as cargas ficam deslocalizadas, como em um semicondutor.

Para colocar os nanocristais de volta para o estado lambda, basta irradiá-los novamente com luz ultravioleta de um comprimento de onda um pouco menor.

500 Blu-Ray em um disco

"O que eu acho mais interessante para as potenciais aplicações é o fato de que o material obtido é nanoestruturado - isto é, ele possui intrinsecamente uma resolução muito alta e, portanto, pode ser apropriado para armazenamento de dados de ultra alta densidade," diz Alex Kolobov, um especialista em mudança de fase de materiais do Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Avançadas do Japão.

Na verdade, o grupo de Ohkoshi acredita que um sistema de memória baseado nos novos nanocristais seria capaz de acomodar uma densidade de dados de 1 terabit por polegada quadrada, ou 500 vezes mais do que um disco Blu-ray.

Eles agora estão planejando criar um protótipo de sistema desse tipo usando a luz de "campo próximo" de um microscópio eletrônico de varredura.

Fonte: Inovação Tecnológica

Mistérios geológicos de Marte ganham nova explicação

Um mistério de quase 40 anos em Marte pode agora estar sendo resolvido. Cientistas conseguiram reconstruir a formação de duas características inusitadas no polo norte do planeta: uma série de espirais e um abismo maior do que o Grand Canyon.

Gelo empoeirado

Em dois artigos publicados na edição desta quinta-feira da revista Nature, John Holt e seus colegas da Universidade do Texas descrevem como usaram dados obtidos pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter, da Nasa, a agência espacial norte-americana, para desvendar a composição da camada de gelo no norte marciano.

Na Terra, os mantos são formados principalmente pelo fluxo de gelo, mas em Marte, segundo a nova pesquisa, outras forças têm moldado as calotas. A calota ao norte é uma pilha de gelo e camadas de poeira com até 3 quilômetros de profundidade, que cobre uma área maior do que a do Estado de Minas Gerais.

Ao analisar em computador os dados de radar colhidos pela sonda, os pesquisadores puderam, como se estivessem retirando as camadas de uma cebola, verificar como a cobertura de gelo evoluiu com o tempo.

Grand Canyon de Marte

Uma das partes mais notáveis no polo norte marciano é a Chasma Boreale, uma depressão tão extensa como o Grand Canyon norte-americano, mas mais profundo.

Desde que foi descoberta, em 1972, cientistas estimavam que a depressão teria sido formada a partir do derretimento do fundo do manto de gelo pelo calor vulcânico. Mas o novo estudo indica que tanto a Chasma Boreale como as espirais foram criadas principalmente pela ação de fortes ventos, durante milhões de anos.

Camadas complexas

A nova pesquisa aponta também que a calota de gelo no norte marciano não é composta por muitas camadas relativamente planas, mas que conta com características mais complexas, entre as quais camadas com espessura e orientação diferentes ou camadas que simplesmente desaparecem em alguns pontos.

"Não se sabia da existência de uma estrutura de camadas tão complexa, que registram a história de acúmulo de gelo, erosão e ação do vento. A partir de agora, poderemos recuperar uma história detalhada do clima em Marte", disse Holt.

Redescoberta

Em 1982, Alan Howard, da Universidade da Virgínia, propôs em um artigo que as misteriosas espirais teriam sido formadas pela ação do vento, mas o trabalho foi ignorado pela comunidade científica, que bancava a hipótese da origem vulcânica. O novo estudo mostra que Howard estava certo.

Segundo Holt e colegas, a formação em espiral deriva dos ventos existentes na região, formados por ar denso e relativamente frio que circula a partir dos polos e por sobre as calotas.

A ação do vento é afetada pela força de Coriolis, perpendicular ao sentido do movimento do planeta. Na Terra, isso leva à formação de furacões, que giram em direções opostas nos hemisférios. Em Marte, essa força influencia nos ventos e nas depressões criadas, que assumem a forma de espirais.

Fonte: Inovação Tecnológica

Sol vai mergulhar em nuvem interestelar super quente

Atualmente o Sol, e todo o Sistema Solar, está viajando através de uma nuvem de gás interestelar - a Nuvem Interestelar Local - medindo cerca de 10 anos-luz de diâmetro, com uma temperatura entre 6.000 e 7.000 Kelvin. Esta nuvem está contida dentro de uma Bolha Local, muito maior, com uma temperatura na faixa dos milhões de graus.[Imagem: SRC/Tentaris,ACh/Maciej Frolow]

No final de 2009, a sonda espacial IBEX, da NASA, descobriu que a fronteira do Sistema Solar possui uma faixa brilhante e misteriosa.

Agora um grupo de cientistas da Polônia e dos Estados Unidos sugere que a "Faixa", resultado da emissão de átomos energéticos neutros, é um sinal de que o Sistema Solar está prestes a entrar em uma nuvem de gás interestelar com temperaturas que podem atingir a casa dos milhões de graus de temperatura.

Nuvens interestelares

Segundo os pesquisadores, a Faixa mostrada no mapeamento da sonda IBEX pode ser explicada por um efeito geométrico gerado conforme o Sol se aproxima da fronteira entre a Nuvem Local de gás interestelar e uma outra nuvem de gás muito quente, a chamada Bolha Local.

Se esta hipótese estiver correta, a IBEX estaria captando a matéria de uma nuvem interestelar muito quente, na qual o Sol poderá entrar daqui a cerca de 100 anos.

Desde a descoberta da "Faixa", apontada pela NASA como um dos achados mais importantes na exploração espacial feita em 2009, pelo menos seis hipóteses foram propostas para explicar o fenômeno, todas elas propondo uma relação da Faixa com os processos em curso na heliosfera ou nas suas vizinhanças.

Mas a equipe do professor Stan Grzedzielski, da Academia Polonesa de Ciências, propõe uma origem bem mais distante.

"Nós vemos a Faixa porque o Sol está se aproximando de uma fronteira entre a nossa Nuvem Local de gás interestelar e uma outra nuvem de gás muito quente e turbulenta," diz Grzedzielski.

Átomos neutros energéticos

Os átomos neutros energéticos (ENA: Energetic Neutral Atoms), registrados pelos sensores da IBEX, originam-se de íons (prótons) sendo acelerados da Bolha Local, que é extremamente quente, quando eles trocam carga com os átomos relativamente frios "evaporando-se" da Nuvem Interestelar Local.

Os recém-criados ENAs não têm carga elétrica e, portanto, podem viajar livremente em linha reta a partir do seu local de nascimento, sem sofrer alterações induzidas pelos campos magnéticos presentes.

Segundo os pesquisadores, alguns deles podem atingir a órbita da Terra, quando então foram detectados pela sonda IBEX.

Bolha quente e turbulenta

A Bolha Local é provavelmente um remanescente de uma série de explosões de supernovas que ocorreram alguns milhões de anos atrás e, portanto, não só é muito quente (pelo menos alguns milhões de graus), mas também turbulenta.

Com isto, os prótons na Bolha Local, que estão próximos à fronteira com a Nuvem Local, arrancam elétrons dos átomos neutros e zarpam em todas as direções, alguns deles chegando à IBEX.

"Se nossa hipótese estiver correta, então nós estamos capturando átomos que se originaram de uma nuvem interestelar que é diferente da nossa," maravilha-se o Dr. Maciej Bzowski, chefe da equipe polonesa da IBEX.

Efeito geométrico

Mas se esses átomos neutros estão sendo criados ao longo de toda a fronteira entre a Nuvem Local e a Bolha Local, por que enxergamos uma Faixa?

"É um efeito puramente geométrico, que observamos porque o Sol está atualmente no lugar exato, a cerca de mil unidades astronômicas da fronteira entre as nuvens," propõe Grzedzielski.

"Se a fronteira entre as nuvens for plana, ou melhor, ligeiramente inclinada em direção ao Sol, então ela aparece mais fina em direção ao centro da Faixa e mais grossa nas laterais, exatamente onde vemos a borda da Faixa. Se estivéssemos mais longe da fronteira, não veríamos nenhuma faixa, porque todos os ENAs seriam reionizados e se dispersariam no gás da Nuvem Local," explica o cientista.

Mergulho interestelar

Isto significaria que o Sistema Solar poderá entrar na nuvem de milhões de graus - a Bolha Local - já no próximo século.

Mas, segundo os pesquisadores, não há razões para preocupações.

"Não há nada de incomum, o Sol frequentemente atravessa várias nuvens de gás interestelar durante sua viagem galáctica," afirma Grzedzielski.

Essas nuvens têm densidade muito baixa, muito menor do que o melhor vácuo obtido nos laboratórios da Terra.

Uma vez lá dentro, a heliosfera se adaptará, podendo encolher um pouco. O nível de radiação cósmica entrando na magnetosfera também poderá subir um pouco, mas nada mais.

"Talvez as gerações futuras tenham também que aprender formas melhores de proteger seus equipamentos contra uma radiação espacial mais forte," conclui Grzedzielski.

Fonte: Inovação Tecnológica

sábado, 22 de maio de 2010

Planeta mais quente já descoberto está sendo engolido por estrela

O planeta, chamado WASP-12b, é o mais planeta quente já descoberto, com uma atmosfera fervendo a cerca de 1.500 graus Celsius.[Imagem: NASA, ESA, and G. Bacon]

Estrela engolindo planeta

"A estrela que comeu meu planeta" pode soar como título de um filme de ficção científica classe B, mas é exatamente isto o que está acontecendo a 600 anos-luz de distância da Terra.

Como uma mariposa ao redor de uma chama, um planeta gigantesco, pouco maior do que Júpiter, chegou tão perto de sua estrela que ela começou a sugar sua atmosfera.

Isso acontece porque o planeta fica tão quente que a sua atmosfera se expande além do ponto onde a gravidade da estrela supera a gravidade do planeta, passando a atrair e consumir sua massa aos poucos. Os astrônomos calculam que o planeta será completamente devorado em 10 milhões de anos.

Planeta mais quente da galáxia

O planeta, chamado WASP-12b, é o mais planeta quente já descoberto, com uma atmosfera fervendo a cerca de 1.500 graus Celsius.

Ele tem cerca de 40 por cento mais massa do que Júpiter, e sua atmosfera expandiu-se tanto que já atinge cerca de três vezes o raio do nosso vizinho gigante, que há poucos dias perdeu uma de suas faixas.

Este efeito de "troca" de matéria entre dois objetos estelares é comumente visto em sistemas binários nos quais as duas estrelas estão muito próximas. Mas esta é a primeira vez que o fenômeno foi visto de forma tão clara envolvendo um planeta.

Metais cósmicos

Apesar da curiosidade do fenômeno, talvez o dado científico mais importante seja que os astrônomos conseguiram identificar elementos químicos - metais - nunca antes detectados fora do Sistema Solar.

Foram detectados sinais de sódio neutro, estanho, manganês, itérbio ionizado, escândio, manganês, alumínio, vanádio, e magnésio.

"Encontramos também o número estatisticamente esperado de trânsitos anômalos em comprimentos de onda que não estão associados a nenhuma linha de ressonância conhecida," afirmam os pesquisadores.

Fonte: Inovação Tecnológica

Cientistas japoneses criam borboleta artificial capaz de voar

Ornitópteros

Um grupo de pesquisadores japoneses construiu uma réplica totalmente funcional de uma borboleta rabo-de-andorinha, incluindo a capacidade de voar.

O microavião é classificado na classe dos ornitópteros, veículos que voam imitando o movimento natural das asas de insetos ou pássaros.

Borboletas rabo-de-andorinha

Entre os vários tipos de borboletas, as rabo-de-andorinha destacam-se por apresentarem uma área das asas em relação à sua massa corporal muito maior do que a de qualquer outra borboleta.

Combinado essa grande área com o movimento das asas dianteiras sobrepostas, o animal consegue voar batendo as asas em uma frequência relativamente baixa e com um curso muito restrito.

Controle aerodinâmico

Desta forma, as borboletas rabo-de-andorinha têm uma capacidade limitada de controle ativo sobre a força aerodinâmica das suas asas.

Seu movimento corporal é resultado de uma reação passiva ao simples movimento de bater as asas, e não - como em outros tipos de borboletas - de uma reação ativa à aerodinâmica.

Ou, pelo menos, esta é a teoria.

Avião robô

Felizmente essas características facilitam a imitação do movimento do animal por um avião robô, uma vez que o movimento é mais simples e o bater suave das asas consome pouca energia.

E o grupo de pesquisadores japoneses pode comprovar que sua teoria estava certa, ou seja, que o animal consegue voar para a frente usando tão-somente o suave bater de asas, sem nenhum outro movimento ativo do corpo.

Os cientistas construíram seu ornitóptero com as mesmas dimensões de uma borboleta rabo-de-andorinha real, reproduzindo o formato e até mesmo os finos veios que permeiam a membrana de suas asas.

Voo artificial

O voo do microavião ainda não seria suficiente para fazê-lo ganhar uma corrida aérea de uma borboleta real, mas o protótipo serviu apenas para demonstrar o conceito e comprovar que a teoria do voo simplificado está correta.

Usando um software de análise de movimento, os pesquisadores foram capazes de monitorar o desempenho aerodinâmico do ornitóptero, demonstrando que o voo pode ser feito com os movimentos simples de bater das asas, sem controle de feedback.

Esse modelo agora poderá ser aplicado em outros sistemas aerodinâmicos de veículos com outras dimensões e que utilizem mecanismos alternativos de bater as asas.

Fonte: Inovação Tecnológica

Cientistas descobrem assimetria entre matéria e antimatéria

DZero

Cientistas do experimento DZero afirmam ter encontrado evidências de uma significativa violação da simetria matéria-antimatéria no comportamento das partículas contendo quarks bottom - bem mais do que o previsto pela teoria atual, o Modelo Padrão da física de partículas.

O grupo de cientistas do DZero trabalha no Tevatron, o maior acelerador de partículas dos Estados Unidos, localizado no Fermilab, o segundo maior do mundo, perdendo apenas para o LHC.

O experimento DZero é resultado de uma colaboração internacional de cerca de 500 físicos de 86 instituições de 19 países, inclusive do Brasil.

Para onde foi a antimatéria?

Segundo a teoria, o Big Bang deve ter produzido quantidades iguais de matéria e antimatéria.

Mas o mundo ao nosso redor é feito apenas de matéria, e as antipartículas só podem ser produzidas nos grandes colisores, em reações nucleares ou pelos raios cósmicos.

"O que aconteceu com a antimatéria?" é uma das questões centrais da física do século 21.

Equilíbrio entre matéria e antimatéria

O domínio da matéria que observamos no universo somente é possível se houver diferenças no comportamento das partículas e das antipartículas.

Os físicos vêm observando essas diferenças - conhecidas como "Violação de CP" - ao longo de décadas, e elas são plenamente coerentes com o Modelo Padrão.

Mas seu poder explicativo sobre o desequilíbrio matéria-antimatéria é mínimo, porque as diferenças observadas no comportamento de partículas e antipartículas são reconhecidamente pequenas demais para explicar a predominância da matéria sobre a antimatéria no Universo.

Agora, os novos resultados indicam uma diferença de 1% entre a produção de pares de múons e pares de antimúons no decaimento dos mésons B, confirmando a deficiência explicativa do Modelo Padrão.

As colisões produziram pares de partículas de matéria ligeiramente mais frequentemente do que geraram partículas de antimatéria.

"Nós ficamos arrepiados quando vimos o resultado", disse Stefan Soldner-Rembold, um dos 500 cientistas do experimento DZero. "Sabíamos que estávamos vendo algo além do que jamais vimos antes e além do que as atuais teorias conseguem explicar".

Fenômenos físicos desconhecidos

E de fato parece haver motivos para se arrepiar.

Muito mais significativo do que criticar deficiências das teorias atuais, o experimento aponta no sentido de que o predomínio da matéria no Universo deve resultar de novos fenômenos físicos, ainda desconhecidos hoje.

Com base na precisão sem precedentes dos detectores do Fermilab, juntamente com novos métodos de análise recém-desenvolvidos, os cientistas do experimento DZero demonstraram que a probabilidade de que os resultados sejam compatíveis com qualquer efeito conhecido é inferior a 0,1 por cento (um desvio-padrão de 3,2).

"Este novo resultado entusiasmante fornece indícios de desvios da teoria atual no decaimento dos mésons B, em acordo com indicações anteriores," disse Dmitri Denisov, outro membro do DZero. As "indicações anteriores" a que ele se refere foram obtidas no ano passado no próprio acelerador Tevatron.

Assimetria matéria-antimatéria

Se a simetria entre matéria e antimatéria fosse perfeita, a comparação das distribuições de múons nas duas configurações deveria produzir o mesmo resultado. [Imagem: Fermilab]

O resultado obtido no DZero é baseado na comparação das distribuições de múons positiva e negativamente carregados gerados nas colisões de partículas. O campo magnético do detector força os múons a viajar em uma rota curvilínea. Dois múons com cargas opostas seguem rotas que se curvam em direções opostas.

Primeiro os cientistas compararam as distribuições dos múons quando o campo magnético no interior do detector DZero estava em uma direção (configuração 1) e depois compararam as distribuições quando o campo magnético foi invertido (configuração 2).

Se a simetria entre matéria e antimatéria fosse perfeita, a comparação das distribuições de múons nas duas configurações deveria produzir o mesmo resultado. Mas os dados mostram um desvio de 1%, um indício de uma assimetria entre matéria e antimatéria.

Análise cega

Para obter o novo resultado, os físicos do DZero fizeram uma "análise cega" dos dados, somente olhando o conjunto completo dos dados depois de um longo período de observação. Segundo eles, isso evita qualquer viés com base nas observações.

Eles também inverteram a polaridade do campo magnético do seu detector durante a coleta de dados para cancelar eventuais efeitos induzidos pelos instrumentos.

A precisão das medições ainda é limitada pelo número de colisões registradas até agora pelo experimento. Por isso, o grupo continua recolhendo dados e refinando as análises para aumentar a confiabilidade de seus resultados e fundamentar melhor suas conclusões.

Nova física

O instrumento LHCb, um dos instrumentos do Grande Colisor de Hádrons, o maior acelerador de partículas do mundo, foi projetado para responder às mesmas questões agora analisadas no Tevatron.

Ainda mais potente e sensível, resta agora esperar para ver o que o LHCb terá a dizer sobre o desequilíbrio entre matéria e antimatéria no Universo.

Se os resultados se confirmarem, os físicos poderão começar a trabalhar em uma nova física do século 21, que poderá falar de fenômenos físicos desconhecidos pela física do século 20.

Fonte: Inovação Tecnológica

sábado, 15 de maio de 2010

Vídeo de fantasmas mais assustador do japão

Logo abaixo um vídeo assustador de fantasmas japoneses.

Veja:

Encontrada outra imagem do “Viajante do Tempo”

Angie encontrou uma fotografia da reabertura da ponte South Fork em 1940, que você confere acima. Esta imagem faz parte da John Wihksne Collection, e é apropriadamente legendada “Abertura da nova ponte em South Fork (1940)”.
Você consegue localizar o “viajante do tempo”?

Relembremos a primeira fotografia encontrada no museu Bralorne-Pioneer:

A altura e o cabelo tornam o “viajante do tempo” fácil de identificar. Os carros, o cenário, os outros espectadores da inauguração, tudo parece em perfeita ordem, apenas de um ângulo e de um momento ligeiramente diferentes.Mas esse tipo de roupa era perfeitamente normal na época os óculos a jaqueta a câmera, na época era uma moda alternativa.

Então como conclusão, esse viajante do tempo não é montagem ele estava realmente lá. Pode ser um viajante do tempo mas também pode ser só um cara normal com uma roupa diferente.

Fonte: Ceticismo Aberto

Nanorrobô feito de DNA dá os primeiros passos

O nanorrobô, com um comportamento que pode ser controlado previamente, foi construído com uma técnica chamada origami de DNA.[Imagem: Paul Michelotti]

Robô molecular

Cientistas norte-americanos criaram um robô molecular autônomo, feito com fitas de DNA, que é capaz de se mover, parar e virar ao longo de uma pista também construída com moléculas de DNA.

A miniaturização dos robôs, fazendo-os encolher até a escala molecular, poderá oferecer aos cientistas ferramentas para atuar em nível molecular que trarão os mesmos benefícios que os robôs e a automação trouxeram para a escala macroscópica.

Embora ainda estejam longe de se tornarem práticos, os robôs moleculares poderão ser programados para avaliar o ambiente ao seu redor por meio de sensores, detectando, por exemplo, moléculas no interior das células que indiquem a presença de doenças.

Robô de DNA

Em teoria, esses nanorrobôs poderão ser capazes de tomar uma decisão - decidir se uma célula é cancerosa ou não - e agir com base nessa decisão - descarregar drogas que eliminem células cancerosas, por exemplo.

Embora o conceito seja promissor, há muitos problemas práticos a serem vencidos. O robô molecular agora demonstrado também pode ser chamado de "moléculas que se comportam como robôs". E como programar moléculas para que elas desempenhem tarefas complexas?

"Na robótica normal, o próprio robô contém as informações sobre os comandos, mas com moléculas individuais você não pode guardar essa quantidade de informações. Assim, a ideia é manter as informações sobre os comandos fora do robô," explica o Dr. Nils Walter, da Universidade de Michigan.

Walter é um dos membros da equipe que construiu o nanorrobô de DNA, que inclui ainda cientistas das universidades de Colúmbia, Arizona e Caltech.

Origami de DNA

O nanorrobô, com um comportamento que pode ser controlado previamente, foi construído com uma técnica chamada origami de DNA.

O origami de DNA é uma espécie de estrutura feita com fitas de DNA que se encaixam autonomamente para formar virtualmente qualquer formato ou padrão.

Usando as propriedades de reconhecimento de sequências dos pares de bases, os origamis de DNA são criados a partir de uma longa fita de DNA e uma mistura de diversos tipos de fitas curtas de DNA que se ligam à fita longa no formato desejado por meio de uma espécie de "grampo".

Os cientistas usaram essa técnica para construir uma pista para o seu nanorrobô na forma de um quadrado com apenas 100 nanômetros de lado e uma espessura de 2 nanômetros.

Trilha de miolo de pão

Mas era necessário ainda dizer ao robô por onde ele deve andar. A trilha, que os cientistas chamam de "trilha de miolo de pão", é formada por oligonucleotídeos - moléculas de DNA com uma única fita - que são conectados aos "grampos" que unem o origami original.

É esta trilha que diz ao robô molecular por onde andar, onde parar, virar para a esquerda ou para a direita ou parar. Os "miolos de pão" representam, assim, os comandos que dizem ao robô o que ele deve fazer.

O robô molecular propriamente dito, medindo 4 nanômetros de diâmetro, foi construído a partir de uma proteína chamada estreptavidina, que possui quatro subunidades idênticas, nas quais podem ser construídas as pernas do robô. Cada perna é também uma pequena fita de DNA ligada à proteína por meio de um composto químico chamado biotina.

"É uma aranha molecular de quatro patas," brinca Milan Stojanovic, que foi o inventor desse robô molecular. Até agora, porém, ele não havia sido capaz de fazer suas aranhas moleculares andarem de forma controlada.

Primeiros passos

Três das pernas do nanorrobô são feitas de DNA enzimático, uma molécula que se liga e corta uma sequência particular de DNA. A quarta perna é uma espécie de "tiro de partida", que mantém o robô conectado à pista até que ele seja liberado para andar.

Depois que é liberado, o robô segue a trilha ligando-se e cortando as fitas de DNA. "Quando ele corta, o produto se dissocia, e a perna começa a procurar pelo próximo substrato," explica Hao Yan, outro membro da equipe. "O robô pára quando ele encontra uma fita de DNA à qual ele se liga mas não consegue cortar."

Teoricamente, o nanorrobô é capaz de dar milhares de passos. Neste primeiro experimento, contudo, ele deu cerca de 50 passos - um grande progresso em relação às tentativas anteriores, que não passaram dos três passos.

O próximo objetivo dos pesquisadores é adicionar um segundo nanorrobô à mesma pista, fazendo com que os dois comuniquem-se um com o outro e com o ambiente. "A chave é aprender como programar comportamentos de alto nível por meio de interações de baixo nível," diz Stojanovic.

Medos dos nanorrobôs

Manter o controle fora do nanorrobô parece ser uma "vacina" segura contra o maior temor levantado contra robôs capazes de manipular a matéria na escala atômica.

Embora pareça ser muito interessante construir objetos úteis manipulando átomos e moléculas, há sempre o risco de que os robôs saiam de controle e comecem a mexer em átomos e moléculas que não deveriam, estragando o que já estava construído.

Hipóteses ficcionais levantam até mesmo a possibilidade, bastante irreal, de que os nanorrobôs poderiam fabricar outros iguais a eles e, no limite, destruir o planeta inteiro.

Vários outros experimentos já demonstraram dispositivos teoricamente úteis utilizando fitas de DNA - ainda que essa utilidade possa estar décadas à frente.

Fonte: Inovação Tecnológica

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Atlantis preparado para sua última missão na ISS

CABO CAÑAVERAL, EUA (AFP) - O ônibus espacial Atlantis está pronto para seu último voo, com seis astronautas a bordo, para levar o pequeno módulo russo Rassvet, equipamentos e alimentos para a Estação Espacial Internacional (ISS).

Depois desse voo, só restarão dois lançamentos de ônibus espaciais, o do Discovery em meados de setembro e do Endeavour, no fim de novembro. Depois, os três ônibus espaciais serão retirados de serviço após três décadas operacionais.

"Por ora, não há qualquer problema técnico que possa atrapalhar a decolagem do Atlantis como está previsto", indicou Allard Beutel, porta-voz da Nasa, menos de cinco horas antes da ignição dos motores.

A decolagem está prevista para as 18H20 GMT do Centro Espacial Kennedy, perto de Cabo Cañaveral (Flórida), em meio a uma janela de lançamento de dez minutos.

Segundo as previsões meteorológicas, havia 70% de probabilidades de que as condições sejam favoráveis para a partida.

Durante esta missão de 12 dias, dos quais sete o ônibus passará acoplado à ISS, o Atlantis e sua tripulação transferirão mais de 12 toneladas de materiais, seis bateriais para as antenas solares da estação, alimentos e experiências científicas.

O módulo russo Rassvet ("Aurora", em ruso) ou MRM-1 é o maior elemento dos transportados pela Atlantis.

A ISS, um projeto de 100 bilhões de dólares que começou em 1998, no qual participam 16 países, é financiado principalmente pelos Estados Unidos.

Depois do fim dos ônibus espaciais, os Estados Unidos dependerão dos Soyuz russos para levar seus astronautas à Estação, até que um lançador americano fique pronto para substituição em 2015.

Fonte: Yahoo

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Sites Alucinógenos

Um site muito interessante onde o objetivo claro e te deixar meio doidão.
Este site que irei por aqui e loco pois tem um menu em cima com opções de jogos, imagens, e ate webcam online (alucinado claro).

So de olhar um pouco a imagem acima ja da uma tontura, não da nem pra negar que não teve a visão embaraçada.

Ao entrar no site tem a opção Neave Strobe que abre uma animação de uma imagem optica.

Tente ficar olando a animação por no minimo 20 segundos se não passar mau tente mais e olha para a sua parede ou melhor para o seu braço na frente do teclado, e esperimente a sensação de uma droga virtual.

Site: Neave

Aviso: Não Usem Dorgas Virtuais.

Júpiter perdeu uma faixa gigantesca em seu hemisfério sul; entenda

Não é a primeira vez que fenômeno, que pode estar ligado às nuvens do planeta, acontece.

A faixa estava lá no final de 2009, antes que Júpiter se movesse para perto demais do Sol para ser observado da Terra. Ao emergir, em Abril, a listra havia desaparecido. [Imagem: Anthony Wesley]

Júpiter perdeu uma das suas listras, deixando a sua metade sul com um branco diferente. Cientistas ainda não têm certeza do que provocou o desaparecimento da listra. Nas fotos feitas do planeta aparecem quase sempre duas faixas escuras sobre sua atmosfera - uma no hemisfério Norte e outro no hemisfério Sul.

Mas as imagens recentes feitas por astrônomos amadores mostram que a listra do Sul - o chamado cinturão sul equatorial - desapareceu, de acordo com a revista New Scientist. A última vez que a listra foi vista foi no final de 2009, logo antes de a posição de Júpiter no céu ficar muito perto do Sol no céu para ser observado da Terra. Quando o planeta pode ser visto novamente, o cinto sul equatorial estava longe de ser visto.


Esta não é a primeira vez que a listra desaparece. Ela esteve ausente em 1973, quando nave espacial da NASA Pioneer 10 fez a primeira seção de imagens do planeta e também temporariamente desapareceu no início de 1990.

As listras podem aparecer escuras simplesmente porque nuvens brancas de alta altitude, comuns em outras regiões do planeta, estão em falta lá, revelando as nuvens escuras que ficam mais abaixo, diz Glenn Orton do Jet Propulsion Laboratory, em Pasadena, Califórnia. "Você está procurando em diferentes camadas das estruturas de nuvens do planeta", disse ele à New Scientist.

Segundo esta teoria, o cinto sul equatorial desaparece quando nuvens brancas são formadas sobre ele, bloqueando nossa visão das nuvens mais escuras. Mas não está claro o que faz com que essas nuvens brancas se formam em alguns momentos e em outros não, diz Orton.

Fonte: G1, Inovação Tecnológica

Peixe remo de 3,65 m é encontrado na Suécia após 130 anos

Um peixe remo, também conhecido como regaleco, de 3,65 metros foi encontrado em Lysekil, na Suécia. Essa espécie vive em águas profundas e raramente vem à superfície. Segundo o especialista Roger Jansson, essa é primeira vez em mais de 130 anos, desde 1879, que um peixe remo é achado em águas suecas. A espécie pode atingir 11 metros.

Peixe remo de 3,65 m que foi encontrado na Suécia. (Foto: AP)

Fonte: G1

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Ghost Car (Carro Fantasma)

Muitos dizem ser uma montagem, outros até dizem ser uma ilusão de óptica,
mas tem pessoas que acreditam ser um carro fantasma.
E então o que você acha.Ficou Curioso?



Então no final do vídeo percebemos que nessa perseguição a polícia se deu mal em, tanto porque o carro atravessou o que parecia ser umas grades ou um muro.

IMPRESSIONANTE.

Fonte: YouTube

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Ouija, o que é o que faz e as regras para a sua utilização

Bem postarei aqui sobre o famoso tabuleiro ouija. Muitos acham que e so uma brincadeira, mas mostrarei aqui que a coisa e seria e se você for utilizar um tenha muito cuidado. Eu nunca usei um, talvez eu um dia venha a fazer isso e contarei aqui o que venha a acontecer, mas enquanto isso fica aqui esse post interressante.


No filme O Exorcista, uma menina é possuída após brincar com um tabuleiro de Ouija, um quadro de plástico ou de madeira, com as letras do alfabeto e números e algumas respostas básicas, como sim ou não. Ao se perguntar coisas ao tabuleiro, espíritos fazem mover um ponteiro ou um copo e apontam as respostas.

Nos anos 60, muitas pessoas tornaram-se obcecadas pelos tabuleiros de Ouija, a ponto de fazer suas vendas crescerem mais do que os mais famosos jogos do momento.

Os tabuleiros de Ouija foram desenvolvidos originalmente nos Estados Unidos por William e Isaac Fuld por volta de 1900, adaptados de uma versão europeia de 1850.

Este tabuleiro é um instrumento paranormal e deve ser encarado com o devido respeito, sendo talvez o mais controverso método de comunicação com os espíritos, principalmente porque pode ser usado por qualquer um sem qualquer preparo ou cuidado especial. Assim, seu uso não é recomendado, pois pode provocar fenomenos mediúnicos sem a presença de um médium experiente.


Um outro fator que desaconselha o uso do tabuleiro de Ouija é que os mesmos podem colocar um utilizador desprevenido em contato direto com espíritos de baixo padrão moral, pois são estes que se apressam em atender aos chamados dos desavisados e descrentes.


Normalmente estes, no início, fornecem informações corretas que podem ser confirmadas. Uma vez estabelecido um elo de confiança, passam a zombar do utilizador do tabuleiro, dizendo coisas sobre o futuro que podem comprometer sua tranquilidade.


O uso do tabuleiro de Ouija deve ser feito no mínimo por duas pessoas, reunidas numa mesa onde todos possam estar próximos.


Os utilizadores devem então colocar o dedo levemente sobre o ponteiro e convidar um espírito para tomar parte na sessão.


A partir daí devem fazer-se as perguntas ao espírito de uma maneira repetida e vagarosa. Se algum espírito atender ao chamamento, o ponteiro move-se lentamente letra por letra, até formar as palavras e a resposta.


Muitos caçadores de fantasmas crêem que o ponteiro se move pela força dos presentes combinadas com a do espírito que se apresenta, quer seja ele bom ou mau.


Através dos anos, o tabuleiro de Ouija tem sido associado a um instrumento do Mal, especialmente por pais e grupos religiosos que afirmam que os jovens ficaram "possuídos" após o seu uso. Aparentemente, espíritos mal-intencionados que se fazem passar por bons espíritos têm causado a possessão de crianças e danos emocionais em adultos (até mesmo o suicídio) que usam o tabuleiro de Ouija.


Existem muitos casos onde as pessoas acabam por ficar obcecadas pelo uso do tabuleiro, tornando-se dependentes dele para qualquer decisão que venham a tomar.

Regras para o uso do tabuleiro de Ouija(muito importante)

- Nunca inicie uma sessão sozinho. São necessários no mínimo duas pessoas.

- Nunca permita que os espíritos levem o ponteiro para as extremidades do tabuleiro de forma que possam sair dele dessa forma. É assim que ocorre a possessão.

- Se o ponteiro se mover para os quatro cantos do tabuleiro significa que o espírito contatado é mau.

- Se a sessão for numa mesa ou local onde o tabuleiro fique elevado: se o ponteiro cair ao chão, o espírito é perdido.

- Se o ponteiro apontar o número oito repetidamente, um espírito mau está no controle do tabuleiro.

- Se desejar contatar um mau espírito, vire a tábua com as letras na posição invertida e utilize-a assim.

- O tabuleiro deve ser fechado corretamente após a sessão, ou o espírito pode revoltar-se e assombrar os utilizadores.

- Nunca use o tabuleiro de Ouija quando estiver doente, enfraquecido ou sobre o efeito de alcool ou drogas, tendo em vista que estas situações o mantém vulnerável à possessão.

- Não fazer do uso do tabuleiro de Ouija uma rotina. Os espíritos às vezes cativam o participante ao ponto de que o contato se torne um vício.

- Os espíritos contatados através do tabuleiro tentarão ganhar a sua confiança através de mentiras. Por exemplo: um mau espírito pode alegar ser bom, ganhando assim a sua confiança e trazendo-lhe mal posteriormente.

- Procure manter contato sempre de forma respeitosa e só convide para as sessões pessoas de confiança, seguras e que o farão seriamente. Nunca irrite o espírito ou lhe faça perguntas com ironia.

- Antes de sair ou mesmo de entrar numa sessão, peça a permissão do espírito. Caso contrário, estará sujeito à possessão pelo mesmo.

- Nunca use o Ouija em cemitérios ou locais aonde houveram mortes brutais. Isto pode trazer maus espíritos para o tabuleiro.

- Às vezes, um mau espírito pode habitar permanentemente um tabuleiro. Quando isso ocorrer, não se poderá manter contato com outros espíritos além dele até que ele decida sair.

- Se seu ponteiro for de vidro, limpe-o antes e depois de cada sessão, de forma que nenhum espírito possa entrar ali. Para isso, passe-o sobre uma vela acesa.

- Tabuleiros de Ouija que são deixados fora incorretamente libertam diversos espíritos que voltarão para assombrar o seu dono.

- Nunca empreste seu tabuleiro a ninguém. Use-o com exclusividade. Se necessário, faça seu próprio e recomende aos colegas que lhe pedem o seu emprestado que façam o mesmo.

- Nunca queime um tabuleiro de Ouija. Se o fizer, haverá uma manifestação do tabuleiro. Pode ser um som desconhecido ou a aparição de algum espírito. Depois de presenciar a manifestação, terá menos de trinta e seis horas de vida.

- Se colocar junto do tabuleiro uma moeda de prata pura, os espíritos maus serão incapazes de manter contato.

- Nunca deixe o ponteiro sozinho sobre o tabuleiro se não o estiver utilizando. Se o espírito levá-lo para fora do tabuleiro, estará liberto.

- Às vezes maus espíritos pedirão aos elementos femininos para fazerem gestos ou executarem ações obscenas. Ignore-os. Os demais participantes jamais devem rir ou irritar-se nestas situações.

- Evite perguntar sobre assuntos que se referem à sua religião e não faça perguntas a respeito do futuro.


Fonte de pesquisas